SEM A CURIOSIDADE QUE ME MOVE,QUE ME INQUIETA,QUE ME INSERE NA BUSCA,NÃO APRENDO NEM ENSINO.
(Paulo Freire)

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ARTES PLÁSTICAS

Lídia Baís, é principal ícone da cultura sul-mato-grossense, pintou cerca de 100 quadros.
Em 1977, com a divisão do Estado de Mato Grosso e criação do estado de Mato Grosso do Sul, inicia-se um movimento cultural idealizado por Henrique Spengler para buscar-se uma identidade para o Mato Grosso do Sul.
A partir deste movimento aparecem nomes como:
Jonir Figueiredo, Miska, Lúcia Barbosa, Nelly Martins, Teresinha Neder, Áurea, Ana Ruas, Ana Carla Zahran, Thetis Sellingardi, Lu Sant’ana, Genésio Fernandes, Carlos Nunes, Vânia Pereira, Neide Ono, José Nantes, Fernando Marson, Roberto Marson, Juracy, Cecílio Veria, Isaac de Oliveira, Elis Regina Nogueira, Irani Brum, Bucker, Heron Zanata e Ovini Rosmarinus, que buscaram a afirmação da arte sul-mato-grossense em diversos salões de arte brasileiros.

Uma das funções da arte é criticar a sociedade, mostrar o que não querem ver. A arte lê o pensamento de um período histórico. O artista deve refletir seu meio ambiente. A obra tem que ter força social, durabilidade. Evandro Prado, Douglas Colombelli, Priscila Paula Pessoa e Patrícia Rodrigues são citados como a última geração de artistas que vêm apresentando um trabalho crítico para a sociedade de Mato Grosso do Sul e dão força para a arte Sul-mato-grossense, segundo o artista plástico Humberto Spindola.
Humberto Espindola, consagrado artista plástico, é o primeiro artista do centro-oeste brasileiro que conseguiu projeção nacional.

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